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25% da população da R16 imunizada

A R16 mantém a primeira posição entre as 21 regiões do estado, sob o olhar do monitoramento da Covid, através do Sistema 3As, quando o tema é vacinação contra a Covid

Por: Ascom

O boletim regional do Comitê Regional de Atenção ao Coronavírus da AMAU, desta sexta feira, 16, verificou, com relação aos indicadores da imunização, que a R16 atingiu o patamar de 25% da população imunizada contra a Covid, com a primeira e segunda dose, ou dose única.

Até o presente momento o Ministério da Saúde tem utilizado quatro imunizantes para vacinar a população brasileira, sendo a Coronavac, Astrazeneca, Pfizer e Janssen, esta última preconizada em apenas uma dose.

A R16 mantém a primeira posição entre as 21 regiões do estado, sob o olhar do monitoramento da Covid, através do Sistema 3As, quando o tema é vacinação contra a Covid. Há várias semanas a região está mantendo essa posição, seguido das regiões de Palmeira das Missões e Santa Rosa.

Os indicadores regionais, oriundos da Plataforma Regional de Monitoramento,  sistematizou que a região já imunizou 61.871 pessoas, num percentual de 25,93% com o esquema vacinal completo, o que é extremamente relevante na prevenção e no enfrentamento da epidemia do novo coronavírus.

“Todas as equipes de saúde, dos 34 municípios alvo de monitoramento, estão de parabéns, a partir do momento que não estão medindo esforços para que a vacinação ocorra o mais rápido possível”, coloca Jackson Arpini, integrante do comitê regional.

Verificando os indicadores dos parceiros, país e estado, foi observado que os números estão mais promissores, quando foi constatado que foi atingido mais de 25% da população com o esquema completo.

Com relação ao esquema completo, os números do país são de 32.619.342 pessoas imunizadas, num percentual de 15,4%. O estado, por sua vez, imunizou 2.203.562 gaúchos, num percentual de 21,7%.

Nesta semana o Estado, através do Sistema 3As, retirou todas as regiões do alerta e classificou todas em aviso, no sentido de manter os cuidados redobrados, com a possibilidade da chegada da Variante Delta, que preocupa muito pela sua velocidade de disseminação.

“Não é momento de baixar a guarda, estamos, ainda, diante do temido coronavírus e qualquer descuido ou negligência pode alterar o cenário”, afirma Arpini.

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