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Mãe de quadrigêmeos: Erechinense conta como é o amor multiplicado

Quadrigêmeos foram notícia em Erechim na época da gravidez e agora, com as crianças com cinco anos, a mãe Daniela conta como é essa experiência

Por: Natiele Dias Torres

Para algumas mulheres ser mãe é um sonho de vida, para outras um amor inesperado, e para a Daniela Araújo de Paula foi uma surpresa quadruplicada. Daniela e seu esposo Renato decidiram que já estavam no momento de ter um filho, mas, nos planos para o primeiro filho eles só não contavam com a possibilidade de serem quatro bebês de uma vez.

Daniela conta que a primeira ultrassom foi feita ainda em dezembro de 2015, logo nas primeiras semanas de gravidez, e foi quando perceberam os quatro sacos gestacionais. “Levamos um grande susto, não esperávamos, a gente planejou um filho e serem quatro foi um susto para nós e para a família”, conta Daniela.

A segunda ecografia confirmou a probabilidade que acontece uma vez a cada um milhão de gestações: eram quadrigêmeos. A notícia repercutiu pela região, já que era uma grande novidade e difícil de acontecer de forma natural.

Daniela conta que a gravidez foi de risco, precisou ficar em repouso absoluto, pois a probabilidade que todos nascessem era de 30%. Ela ficou internada duas vezes e com 6 meses de gestação surgiram as primeiras contrações onde Daniela precisou ficar 28 dias internada.

Até que, em 13 de maio de 2016 com 32 semanas, os quadrigêmeos erechinenses vieram ao mundo. Henrique nasceu às 16h31, João 16h32, Dennis às 16h33 e a Alehandra nasceu às 16h34.

“Foi tudo tão perfeito que eles nasceram no mesmo dia da Nossa Senhora de Fátima aqui em Erechim, o maior nasceu com 1,6kg e o menos 1,2kg. Dois passaram 30 dias na UTI e dois deles ficaram 45 dias”, conta Daniela.

Dia a dia

Hoje, com os quadrigêmeos com cinco anos, Daniela conta que apesar da rotina ser corrida ela é gratificante, “com toda a certeza é um amor quadruplicado, um amor que não tem fim”, comenta.

Ela ainda conta que mesmo sendo quadrigêmeos cada um tem seu jeito e sua personalidade, são calmos no dia a dia, apesar das bagunças comum quando se tem criança em casa. E não são só diferentes no jeito, mas também na aparência.

Para a Daniela, ser mãe é a melhor sensação do mundo, “ser mãe é saber que a gente nunca vai estar só, saber que a gente depende deles como eles dependem da gente. Só sentido na pele o que a gente sente para saber o que é ser mãe”, finaliza.

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