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Mercado da Beleza e Bem-Estar: um bom investimento

Mesmo com a pandemia, o segmento segue em crescimento e coordenadora da área no Senac Erechim destaca a importância da capacitação para quem pensa em atuar no setor

Por: Ascom

O faturamento do mercado de beleza no Brasil cresce ano a ano, atingindo a marca de 29,62 bilhões de dólares em 2019, conforme dados da Euromonitor. O País é, portanto, o quarto maior mercado mundial de cosméticos e cuidados pessoais, atrás apenas de Estados Unidos, China e Japão. Além disso, de acordo com uma previsão da Goldstein Research, o Brasil representa metade do setor de cosméticos na América Latina e espera-se até 2030 uma taxa composta anual de crescimento de 4,76% nesse setor. O mercado da Beleza e Bem-Estar está em constante crescimento e nem mesmo a pandemia parece ter prejudicado muito aqueles que trabalham com prestação de serviços na área.  

Conforme a coordenadora e orientadora educacional da área de Beleza no Senac Erechim, Camila Rosset, alguns serviços tiveram uma redução de procura significativa, como é o caso de penteados e maquiagens para eventos. “Por outro lado, alguns serviços de “manutenção mensal” que já fazem parte do polêmico consumo essencial (barba, corte de cabelo, pé e mão, sobrancelhas, depilação) os clientes apenas diminuíram a frequência ao salão. O que fez com que o segmento se mantivesse firme e lucrativo mesmo nesse período difícil”, avalia a especialista que percebeu ainda entre sua clientela uma crescente procura por produtos de uso de home care.  

Para Camila, alguns serviços já estão incorporados como essenciais ou constam como custo fixo na renda da família. “A necessidade desse consumo já foi criada, é muito difícil você encontrar uma família que passe um mês sem pelo menos um integrante procurar algum serviço de beleza. Isso sem falar do consumo de cosméticos que fazem parte da área também. É por isso que esse segmento segue crescendo. Não é apenas um corte de cabelo. É o momento do corte de cabelo. Não é uma massagem. É o momento da massagem”, analisa. 

A coordenadora acredita que trata-se de questões como autoestima e valorização. “Se não der para ir fazer uma make no salão, mas é O batom que ela vai usar! E cada um dentro das suas possibilidades, com cuidados para não se expor ao contato com o vírus e contaminar alguma pessoa querida ou atento aos cortes nas rendas familiares. Mas todos nos adaptamos para não nos “deixar de lado” ou fazer aquilo que nos faz bem. E por muitas vezes algum serviço de beleza entra no contexto do “nos faz bem!”, afirma Camila. 

Por todas essas questões, a especialista acredita que vale muito apostar na profissão e investir na capacitação. “Para quem pretende entrar nessa área eu sempre digo: se você gosta, vai com tudo, pois financeiramente não há dúvidas de que vale a pena. O Brasil segue como o quarto país no mundo que mais consome serviços e produtos na área de beleza, mesmo com a pandemia o mercado de modo geral além de se manter teve aumento”, indica. Porém, Camila é bem incisiva quando fala em capacitação. “É IMPORTANTÍSSIMO ressaltar que é fundamental buscar capacitação, e se manter atualizado. Na mesma velocidade que que as cifras do mercado movimentam-se, as novidades, tecnologias e informações também. Os clientes de modo geral são atentos a isso e exigentes”. 

Camila segue afirmando que capacitar-se é importante. “Nem sei se é diferencial, é básico! Necessário, fundamental. Porque com a facilidade de acesso às informações cada vez mais os clientes sabem das novidades, querem o eu existe de novo e são muito exigentes. Assim como não se pode mais dizer que bom atendimento é diferencial. Reafirmo o quanto é importante se capacitar. Para mim é mais obrigação do bom profissional buscar por isso”, finaliza. 

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