- Atmosfera On.line - https://www.atmosferaonline.com.br -

Rigotto coloca seu nome para eleição à Presidência da República em 2018

Ainda na inquietude das entusiasmadas fileiras de peemedebistas, pela aclamação das recentes manifestações, foi na figura do ex-governador Germano Rigotto a surpresa para os mais de 600 correligionários que acompanhavam a Convenção Estadual. Sua manifestação, durante seu discurso, ao declarar que “ninguém vai impedir que o PMDB tenha candidato próprio em 2018 para presidência. Se ninguém quiser eu vou de novo para a briga”, arrancou gritos de apoio e aplausos pela possível candidatura.

Mesmo contundente em seu pronunciamento, recorreu a outros temas não menos importantes, como por exemplo, o papel de construção dos líderes partidários, em especial, a condução do partido pela atuação do presidente estadual Ibsen Pinheiro. “Eu vejo um PMDB forte e aguerrido para uma excelente nominata para candidatos estadual e federal para 2018. E agora, a busca de um projeto de continuidade do Governo Sartori, com responsabilidade fiscal, assim como foi com o Governador Simon”, ponderou.

No desfecho dos pronunciamentos, o momento marcante da convenção ficou por conta do governador José Ivo Sartori, que ressaltou a importância da participação conjunta de todos os membros do partido. E na relação de proximidade com o Governo Federal. “Para nós do Rio Grande, as grandes conquistas no relacionamento federal, foi conduzido pela porta de entrada sempre pelo ministro Eliseu Padilha e com a contribuição dos deputados federais”, destacou.

A primeira disputa de Rigotto

Em 2006, Germano Rigotto colocou seu nome à disposição do PMDB-RS e disputou as prévias do partido para escolha do candidato à presidência da República. Na época então governador do Rio Grande do Sul, Rigotto percorreu o Brasil, durante 20 dias, apresentado seu nome e sua proposta. Apesar de ter sido o mais bem votado na “consulta informal” realizada pelo PMDB em março daquele ano, com 7.574 votos, Rigotto perdeu a disputa para o ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho, que obteve 4.910 votos. Isso porque a fórmula chamada “média ponderada” deu peso diferenciado aos estados e um calor maior aos votos de governadores, senadores e deputados federais e estaduais entre os 22 mil que podiam votar.