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OPINIÃO: Aedes Aegypti: Uma calamidade pública

Yugo Zardo Estudante do 3º ano do Colégio Marista Medianeira Atualmente, no cenário brasileiro, as doenças relacionadas ao mosquito Aedes Aegypti têm sido um tema muito pautado, já que as mesmas são de fácil proliferação e graves consequências, fatos esses que preocupam tanto os órgãos fiscalizadores quanto a população comum. Entre as principais doenças causadas […]

Por: Asscom

Yugo Zardo

Estudante do 3º ano do Colégio Marista Medianeira

Atualmente, no cenário brasileiro, as doenças relacionadas ao mosquito Aedes Aegypti têm sido um tema muito pautado, já que as mesmas são de fácil proliferação e graves consequências, fatos esses que preocupam tanto os órgãos fiscalizadores quanto a população comum.

Entre as principais doenças causadas pelo vetor pode-se citar: dengue clássica, dengue hemorrágica, zika vírus e chikungunya. São enfermidades com sintomas semelhantes, o que torna necessário exames para que se possa confirmar o diagnóstico.

De acordo com os órgãos responsáveis pelo controle do mosquito, a proliferação deste seria muito reduzida se a população adotasse medidas simples de prevenção, tais como: tampar as caixas d’água, limpar as calhas, preencher pratos de vasos com areia, entre outras. Tudo isso impediria a colocação de ovos pelo vetor fêmea, visto que o mesmo necessita de água para tal ato.

Analisando a origem e as consequências do problema que pode gerar desde uma simples náusea, até sangramentos e perda de consciência, torna-se necessário uma maior conscientização da população por meio das mídias sociais, bem como a criação de leis que punam através de multas aqueles que não cumprirem as medidas básicas de segurança. Somente assim, será possível, num futuro próximo, desfrutarmos da ausência dessa calamidade pública.

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